quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Facebook libera cinco novos botões alternativos ao 'curtir'

Não se assuste se as publicações no Facebook começarem a serem bombardeadas por carinhas amarelas com nomes engraçados como "Uau", "Amei" e "Grr". A partir desta quarta-feira (24), os usuários do Facebook no Brasil poderão fazer mais do que “curtir” um post na rede social . O site começa a liberar as “reações”, botões em forma de emoji que expressam mais do que só a aprovação do “joinha”.
Em inglês, os cinco novos botões se chamavam: "Love", "Haha", "Wow", "Sad" e "Angry". No Brasil, as “reações” passarão a ser "Amei", "Haha", "Uau", "Triste" e "Grr", respectivamente. “As pessoas vão ao Facebook para compartilhar todo tipo de coisa, coisas que as deixam felizes, tristes ou bravas”, diz Sammi Krug, gerente de produto do Facebook. A novidade será liberada gradualmente.

'Grr'
Para as novas opções aparecerem, o usuário tem de manter pressionado o ícone do botão “curtir”. Ao passar o dedo sobre as imagem, elas interagem, cada um conforme a sua emoção. O “Triste” olha cabisbaixo e chora enquanto o “Grr”, já vermelho de raiva, mexe a cabeça para o lado em sinal de desaprovação.
“Muitas pessoas compartilhavam com a gente que gostaria de mais formas de se expressarem”, diz Sammy. Ela ecoa o que disse Mark Zuckerberg, presidente-executivo da rede social, quando comentou que a rede social estava trabalhando em opções ao botão “curtir”. "É importante dar às pessoas mais opções do que apenas o 'Curtir' para ajudá-las a expressar empatia", disse, reconhecendo que "nem todos os momentos são bons".Os novos botões serão usados apenas para avaliar publicações, ou seja, não poderão ser incluídos em comentários, posts ou em conversas pelo bate-papo. Dessa forma, não substituirão as outras opções de imagens animadas do rede.

'Amei'
Lançadas em outubro, as alternativas ao “curtir” eram testadas em sete países (Espanha, Irlanda, Chile, Portugal, Filipinas, Japão e Colômbia). Quando surgiram, eram seis e não cinco “reações”. Antes da expansão mundial, o Facebook eliminou o “Yay”, um emoji com funções parecidas com as do “Haha”. “Não tinha apelo”, explica Sammy. “Nós temos uma comunidade global e gostaríamos que todo mundo se sentisse confortável em usar essas ‘reações’.” O lançamento ocorre para todo o mundo.
Assim como já houve a exclusão de uma “reação”, a inclusão de novas não é descartada. “Uma vez que o mundo inteiro tiver acesso, nós vamos aprender como estão usando e vamos procurar as pessoas e perguntar como podem melhorar”, diz Sammy, comentando que as funções de um botão “não curti” podem ser desempenhadas pelos novos botões “Triste” e “Grr”.
Essas duas opções, no entanto, parecem que não tem tido muita vez. “A reação mais popular no mundo é o ‘Amei’”, conta Sammy.
Fonte: G1

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Conheça a tecnologia que abre portas pelo celular

Um conjunto de dispositivos e softwares desenvolvidos por pesquisadores egressos da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) dispensa as tradicionais chaves e o intermédio de recepcionistas para permitir acesso de convidados a espaços físicos restritos, bastando que seja enviado um convite por meio de um aplicativo de smartphone e que o aparelho seja aproximado das portas para abri-las.

Desenvolvida com o apoio do Programa FAPESP Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE), no âmbito do projeto Airkey: controle de acesso social utilizando dispositivos móveis, a tecnologia foi batizada comercialmente como Magikey e faz com que smartphones funcionem como “chaves virtuais” para portas, portões, catracas e afins.
O anfitrião usuário do sistema pode controlar o acesso de pessoas ao ambiente remotamente, permitindo que algumas, como funcionários, entrem e permaneçam em horários específicos ou, no caso de visitantes, liberando o acesso na chegada e monitorando sua permanência.
“A partir da autorização feita por meio do aplicativo, é estabelecida uma comunicação direta entre o visitante e o local de acesso, sem intermediários. É possível controlar a porta segundo agendamentos e definir as pessoas que estão autorizadas a entrar e em quais horários, conforme a necessidade do anfitrião. É como se a porta soubesse exatamente quem está passando por ela e, mais importante, quem pode passar”, explica Raul Mariano Cardoso, cofundador da Advance Soluções em Informática Ltda., responsável pelo desenvolvimento do produto.
Compatível com os sistemas Apple iOS e Android, o Magikey possibilita o controle, por exemplo, de portas de escritórios, fazendo com que o usuário saiba em tempo real quando e por quem elas foram abertas. Por meio do aplicativo, são criadas e distribuídas chaves de acesso para visitantes e empregados.
O sistema tem três componentes principais: os smartphones em que são instalados o Magikey, os dispositivos nas portas e um software na nuvem que contém um banco de dados. Os dispositivos embarcados se conectam a esse aplicativo centralizado na nuvem e a interface dos usuários com o sistema é realizada por meio de dispositivos inteligentes.
A comunicação do smartphone com os dispositivos que abrem e fecham as portas é feita por near field communication (NFC), tecnologia que permite a troca de informações sem fio e de forma segura entre dispositivos compatíveis que estejam próximos um do outro. Dessa forma, logo que os dispositivos se aproximam, a comunicação é estabelecida automaticamente, sem a necessidade de configurações adicionais. Também é possível estabelecer a comunicação por bluetooth.
Por meio de notificações de push, enviadas do aplicativo para o celular, o anfitrião pode ainda se comunicar diretamente com o visitante, solicitando, por exemplo, que aguarde ou se dirija a outro ambiente.

Internet das coisas

De acordo com Cardoso, a capacidade de criar e gerenciar chaves virtuais é essencial para novas tecnologias de acesso que têm como base a chamada “Internet das coisas”, conceito utilizado para designar a tendência de objetos inteligentes se comunicarem para executar tarefas específicas, de eletrodomésticos a equipamentos de uso comum espalhados pela cidade. Estima-se que 50 bilhões de dispositivos estarão conectados à Internet até 2020.
“Essa tecnologia permite levar a inteligência a esses objetos para que eles se comuniquem e gerem dados que seus usuários possam utilizar para automatizar processos e aumentar a inteligência dos sistemas. Essa inovação chega agora ao modo como abrimos as portas e acessamos espaços físicos. A tecnologia mais utilizada para controlar esse acesso tem mais de 4 mil anos de idade”, conta, referindo-se às chaves e fechaduras convencionais, utilizadas desde a civilização egípcia antiga.
Mesmo a versão “moderna” das chaves, patenteada em 1841, tem mais de 150 anos no mercado. Desde então surgiram outras tecnologias de acesso, como o controle remoto de portões, em 1970, que usa radiofrequência, e os códigos de barra. Para o pesquisador, as chaves virtuais são o próximo passo.
“O Magikey unifica todas as formas de acesso no smartphone, compartilhando as chaves virtuais num aplicativo social. O objetivo é fazer com que a experiência de acesso seja o mais simples e natural possível.”
Caso não tenha o aplicativo instalado, o usuário convidado recebe uma mensagem solicitando que se cadastre, dispensando o papel do recepcionista. O anfitrião tem todas as informações em uma página na internet, em tempo real e a qualquer momento. 
O protótipo do Magikey foi instalado em quatro empresas de Campinas e os desenvolvedores pretendem lançar o produto comercialmente em julho. Uma nova versão em desenvolvimento deverá contar com novos recursos para monitoramento.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Conheça 5 aplicativos para aproveitar a folia

A tecnologia cada vez mais está em tudo à nossa volta, e não é diferente no Carnaval 2016. Nunca tivemos uma infinidade tão grande de apps. Por isso, selecionamos 5 dicas de aplicativos que podem fazer a diferença para os foliões deste ano, desde os horários dos blocos de rua, até a localização de banheiros públicos. Confira!



1) Programação de carnaval
Nossa dica de aplicativo para acompanhar o carnaval de rua é o CarnaUOL, disponível para download em dispositivos Android e iOS.
Ele traz informações como data, endereço, horário e o local de saída dos cerca de 300 blocos de rua do Rio e de São Paulo, podendo ainda montar a sua lista de blocos e compartilhar com amigos nas redes sociais.
Dependendo da cidade onde você pretende passar o carnaval, existem aplicativos desenvolvidos por muitas prefeituras. Se não estiver em SP ou RJ, procure o seu e divirta-se. Tome cuidado, pois as lojas de apps costumam manter versões anteriores, então precisa conferir antes de efetuar o download.
2) Transporte Público
Bebida, folia e direção não combinam. Então, separamos algumas dicas de apps para você não dirigir se for beber no carnaval.
A dica de aplicativo para transporte é o Moovit, que é um app que avisa o usuário em que parada de ônibus deve descer, e serve para metrô, ônibus e trens. Ele possui mais de 28 milhões de usuários no mundo todo em mais de 750 cidades cadastradas.
Ele está disponível para Android e iOS.
3) Carona
Se você quer economizar nas suas viagens durante o carnaval, recomendamos o aplicativo BlaBlaCar. Ele é um aplicativo para Android e iOS com serviço de caronas e viagens compartilhadas que já faz muito sucesso na Europa, e que chegou ao brasil no final de novembro, prometendo acabar com os carros vazios.
4) Calculadora de Bebidas
Beba mais e pague menos. Encontre a opção mais econômica na hora de beber uma gelada no Carnaval 2016!
O aplicativo Calculadora de Bebidas compara os tamanhos e preços de cerveja e refrigerante! Quando vamos comprar uma cerveja, sempre ficamos com uma dúvida cruel sobre qual vale mais a pena, garrafa, latinha, latão ou seria melhor logo um litrão. No caso do refrigerante também podemos comparar pet, retornável ou lata.
Este aplicativo está disponível para Android
5) Banheiros Públicos
Um drama na hora da folia é a extrema dificuldade em encontrar um banheiro público disponível. Isso sem falar que em algumas cidades, há fiscalizações pelas ruas, e podem ser cobradas multas de quem se atrever a urinar em vias públicas, além de ser muito nojento.
Nossa dica é o Piriri app, que mostra um mapa dos arredores feito à partir da sua localização, quais banheiros públicos estão mais próximos, e você também pode interagir e acrescentar mais banheiros através da própria plataforma, auxiliando outros usuários.
Disponível também para Android e iOSSó tome muito cuidado para não perder o seu smartphone, é claro. Sempre que estiver em uma aglomeração, mantenha-o sempre protegido.
Fonte: OPTClean 

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Não vai na Campus Party? Confira o que vai rolar o evento

Campus Party Brasil 2016 está em sua nona edição (CPBR9) e ocorre entre os dias 26 e 31 de janeiro no Anhembi, na cidade de São Paulo, em uma área com 62 mil m² de camping e atrações. O evento tem capacidade para até oito mil participantes. Ao todo, são 6,5 mil vagas disponíveis no acampamento. Os ingressos, que já acabaram, entraram em pré-venda em outubro de 2015. Conheça a programação do evento:



Feel the Future (Sinta o Futuro)
A cada ano o evento ganha uma nova temática e, para a nona edição, o tema escolhido foi “Feel the Future”. De acordo com os organizadores, esse será um convite para todos os participantes refletirem e se inspirarem para os desafios que o futuro reserva. Serão apresentadas inovações tecnológicas que podem transformar o mundo nas próximas décadas, além de novas formas de distribuição de conteúdo.
A arena já está dividia em cinco áreas integradas, além do palco principal, que leva o nome do tema de 2016, cada uma com abordagem sobre uma área específica do conhecimento. São elas: Empreendedorismo, Criatividade, Inovação, Ciência e Entretenimento. Em cada seção, workshops serão organizados e lounges vão deixar campuseiros explorarem ao máximo a experiência do evento. 
Hub Global, o espaço da Globo
O Hub Global vai ser a grande novidade para a Campus Party 9.  Para os gamers, uma dica: a equipe do Cartola FC, o maior fantasy game do Brasil, vai revelar tudo sobre a nova versão do jogo. 
Mais interatividade, menos slides
Segundo Tonico Novaes, diretor geral da Campus Party Brasil, a palavra do evento será interatividade. “A ideia é ter menos Power Point e mais espaço para interação e bate-papo entre os palestrantes e o público”, explica. Quem não estiver no local, pode acompanhar as palestras online. No lugar dos tradicionais palcos o evento contará com áreas integradas que prometem ser muito mais interativas e colaborativas. 
A edição de 2016 traz de volta ainda o programa Startup 360, que traz conteúdos diferenciados para os participantes que desejam começar o próprio negócio na área de tecnologia (startups), além de empresas mais experientes convidadas a pensar o cenário do empreendedorismo nos próximos anos. O espaço busca motivar jovens a tirarem suas ideias do papel e colocarem os projetos em prática na Campus Party.
Principais atrações da CPBR9
A Campus Party 2016 terá diversas atrações, como atividades especiais, workshops, palestras, oficinas e desafios. No total serão 15 palestrantes e, entre eles, estão Marie Cosnard, que faz parte da equipe do aplicativo Happn desde o início e Daniel Matros, produtor de jogos como Battlefield. Outros nomes como Eugene (Che) Chereshnev,  vice- presidente na Kaspersky Lab, o ativista cyborg Neil Harbisson e a astrofísica brasileira Thaisa Storchi Bergmann estarão presentes. A agenda completa dos palestrantes você encontra no site oficial (brasil.campus-party.org); organize-se para não perder nada.
Já entre os workshops, os participantes poderão exercer atividades como montar um braço robótico, fazer um óculos de realidade virtual Beenoculus e criar games, além de aprender a desenvolver wearables e muito mais. O espaço Startup 360 contará ainda com a “Maratona de Negócios”, que busca orientar jovens a desenvolver corretamente seus talentos por meio de mentores profissionais e especializados nas diversas áreas do conhecimento que abraçam o conteúdo "tech".
O evento conta também com a CampusFuture, um espaço reservado para universidades e estudantes de todo o país apresentarem seus projetos e pesquisas. “A mostra de projetos acadêmicos funcionará de maneira interativa, com espaço para que os visitantes possam experimentar os protótipos e se divertirem com as invenções criadas pelos universitários”, afirmou Tonico Novaes.
Fonte: TechTudo


segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

4 Lições que a era digital nos ensinou sobre fidelizar clientes

A fidelização de clientes continua sendo um dos grandes focos de qualquer empreendimento que deseja se manter no mercado, já que o investimento em iniciativas para conquistar novos clientes é muito maior do que para fidelizar os já existentes. Com as inovações tecnológicas ocorrendo cada vez mais rapidamente, proporcionando novas experiências nos relacionamentos entre pessoas e empresas, muitos empreendimentos vêm procurando se adaptar às novas práticas de fidelização proporcionadas pela era digital. Confira 4 lições que a era digital nos ensinou sobre como fidelizar clientes:


1. A IMPORTÂNCIA DA EXPERIÊNCIA DE COMPRA: Mais do que preços baixos e boas ofertas, o que faz um cliente se manter fiel ao seu empreendimento é a experiência de compra que você o proporciona. As vantagens competitivas são criadas através de serviços agregados que chamam a atenção do cliente. Bons produtos e qualidade no atendimento são esperados pelo cliente, de forma que uma ótima experiência de compra é conquistada através de diferenciais criativos que podem se dar tanto em experiências online, como, por exemplo, promoções via email e sorteios nas redes sociais, como na visita à loja, através de iniciativas no local que estimulem a interatividade e provoquem boas sensações nos clientes.
2. NOVAS FORMAS DE RELACIONAMENTO COM O CLIENTE: A tecnologia possibilita atualmente diversas formas de relacionamento entre os empreendimentos e seus clientes, de forma que é essencial para uma estratégia de fidelização inovadora proporcionar experiências não somente físicas, mas também online. Neste sentido, incorporar as mídias sociais no seu marketing é uma das formas mais efetivas de se relacionar com seus clientes. Estas proporcionam meios de transmitir informações e conteúdos de interesse clientes que sejam relacionados ao seu negócio. É importante realizar um acompanhamento destas mídias, e estar atento ao que é dito da sua marca. Neste sentido é fundamental coletar os dados de contato do cliente para se manter um ponto de contato com ele.

3. ACOMPANHAMENTO DA ESTRATÉGIA DE FIDELIZAÇÃO: A tecnologia oferece atualmente formas de acompanhar seu processo de fidelização e avaliar em que pontos este pode ser melhorado. A fidelização de clientes permite coletar dados que permitem se relacionar com o cliente e avaliar não somente o seu perfil, mas também seu comportamento e suas preferências, possíveis reclamações e sugestões relativas à experiência de compra. Assim, é interessante adotar uma ferramenta de visualização de dados que possibilite uma melhor análise dos número obtidos a partir do seu programa de fidelização, e a criação de um histórico do seu empreendimento.

4. INOVAÇÃO NOS MÉTODOS DE FIDELIZAÇÃO: O processo de manter clientes fiéis deve ser aprimorado com o tempo, ou seja, estratégias que funcionaram ontem, podem não trazer hoje os mesmos resultados e deixar de funcionar amanhã. Os métodos de fidelização devem se adaptar à sociedade e à tecnologia, ambas em constante evolução. Neste sentido, as plataformas de gerenciamento de programas de fidelidade são soluções modernas, que substituem o cartão de fidelidade impresso, através de um sistema interativo e automatizado. Além disso, oferecem como vantagem a possibilidade de acompanhar os resultados obtidos através das interações dos clientes com a plataforma, permitindo ao empreendedor o controle dos dados dos benefícios obtidos através do sistema de fidelização, como clientes que voltaram ou que indicaram o estabelecimento para amigos, bem como sugestões de melhorias e elogios a este.
Fonte: Fidelizii

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Os 7 erros mais graves em um site

O site que, na maioria das vezes, é o ponto final da conversão, precisa estar pronto para fazer sua tarefa: vender! De nada adianta trazer várias pessoas para o seu site se elas estiverem com dificuldades ou não se sentirem seguras para comprar. Neste caso, elas irão para o concorrente. Mas como evitar que isso aconteça? Saiba o que não fazer no seu site:





1. Quem somos pobre
Se sua empresa é confiável, o dever do seu site é deixar isso claro. Muitas vezes, esta área é pouco valorizada, com textos massivos e criados sem direcionamento para a internet.
As pessoas esquecem que um prospect que não conhece a sua empresa não sabe se você é confiável ou qual o seu tamanho. E ele só tem o seu site para embasar uma conclusão sobre isso. Neste caso, quando estiver interessado em comprar algo, ele vai no “quem somos” ou “institucional”, a fim de buscar essa segurança e ficar mais tranquilo para realizar a compra. E na internet, onde tudo é virtual, a insegurança é ainda maior.
Procure utilizar imagens de qualidade da sua empresa e vídeos, se possível. Separe o conteúdo por temas, para que o texto não fique massivo. Por exemplo: Quem somos, Estrutura, Certificações, Valores e História. Porém, deixe tudo na mesma página, para não fazer com que o usuário precise carregar uma nova página cada vez que quiser ver um destes assuntos. Utilize textos leves e que ajudem o usuário a escolher você.
2. Falta de CTA para a compra
Seu usuário gostou do seu produto e está seguro para a compra. Parabéns! O serviço está praticamente concluído e lá vem uma venda. É neste momento que muitos sites pecam.
A partir do produto, o cliente precisa entrar na página de contato e fazer o pedido. E é aqui que, infelizmente, muitas pessoas acabam dispersando.
Uma grande técnica utilizada na web é o “Call to Action”, que é justamente chamar o usuário para a ação. Esta ação deve estar destacada e no local certo. Após ver o seu produto e se convencer, o usuário precisa ver facilmente um botão, dizendo algo como “Gostou? Solicite um orçamento”. Seu site precisa conversar com o usuário e deve conduzi-lo de forma clara e intuitiva.
Se você estiver convencido da compra o máximo que você pode fazer é indicar a um amigo. Orçamento fica escondido no topo do site.

3. Menu com muitas opções

Confusão é tudo que seu site não deve ter. É comum o pensamento de que, quanto mais opões, melhor. Errado! Você deve dar as opções que o usuário deseja ter naquele momento. Menus longos, duplos ou itens com o mesmo objetivo (e nomes diferentes) causam confusão e fazem o usuário desistir de você. Dê poucas opções. Somente as mais utilizadas no menu. Não invente nomes que não são usuais. O que não for importante - como, por exemplo, o “trabalhe conosco” -, coloque no rodapé.

4. Topo grande

Uma grande tarefa dos sites é deixar evidente o que é importante para o usuário. E, com certeza, imagens grandes no topo, incluindo a sua marca, não são o que seu usuário quer ver. Ele está bem mais interessado no conteúdo que está abaixo.
O problema de ter um topo grande é que o conteúdo principal começa a ser jogado para baixo, exigindo que o usuário use a barra de rolagem. As pessoas são preguiçosas na internet e com razão.
Você é que tem a obrigação de fazer da navegação a mais natural possível, exigindo o menor esforço possível. Por isso, não faça seu cliente ter que descer a rolagem cada vez que entrar em uma página sua. Ele vai cansar e desistir de você.

5. Identificação confusa do que você faz

O usuário entrou no seu site. Ele está procurando por um determinado produto ou serviço e abriu o seu site e os de outros quatro concorrentes, nas outras abas do navegador. Se ele demorar mais de três segundos para entender o que você faz, não tenha dúvida: ele fechará o seu site e verá os demais. Vivemos sem tempo, com várias coisas concorrendo pela nossa atenção. Portanto, se o usuário não achar fácil o que ele deseja, ele vai desistir de você.
Procure colocar claramente o que a sua empresa faz, na vitrine do site e abaixo dela. Estas são as áreas mais nobres do projeto e devem realizar essa tarefa de deixar claro o que você faz. Tome cuidado com mensagens conceituais demais, que fazem perder a clareza da informação.

6. Imagens ruins

Imagem boa vende. Imagem ruim faz perder vendas. A comunicação por imagens tem um apelo muito forte, principalmente para a nossa cultura latina. Procure trabalhar com bancos profissionais e que disponham de arquivos em alta resolução. Tome cuidado com imagens clichês, que não refletem seu público ou não dizem nada em relação ao que você vende. Existem casos em que imagens mal escolhidas acabam confundindo o usuário, por representarem algo que não está relacionado ao produto.

7. Excesso de texto

Falamos sobre falta de tempo e concorrência pela sua atenção. Por estes motivos, textos grandes e massivos são a forma mais fácil de espantar seu usuário e não transmitir o que você deseja. Para isso, procure destacar vantagens, utilizando bullet points, textos espaçados e com fontes de fácil leitura.
Se o seu site tem alguns dos seus problemas, procure o Grupo DMI
Fonte: Criative Bizz