quarta-feira, 25 de março de 2015

4 MENTIRAS SOBRE TESTE DE SOFTWARE




1. Teste de software não exige muito intelectualmente

Se você apenas repete ações predefinidas, teste realmente pode não exigir muito do testador nesse aspecto. Mas é importante pensar em testes como uma forma de explorar, coletar informações e encontrar respostas a coisas que ainda não foram questionadas. E para alcançar esse nível de detalhamento é preciso pensar, observar, analisar e usar tudo o que o seu intelecto tem a oferecer.

2. Testadores apenas reclamam

Testadores apenas veem o lado negativo e reclamam de tudo a respeito do software? Não é necessariamente verdade. Se têm pensamento positivo ou negativo com relação à aplicação que estão testando, não importa. A questão é que são sim os melhores pensadores. São os que mais refletem a respeito do que lhes é proposto. E eles não reclamam, eles apresentam a realidade. Com direito a evidências de tudo que encontram.

3. Teste não atribui valor

Impedir que um sistema perca valor ao chegar às mãos do usuário com falhas cruciais ao seu funcionamento não é um trabalho limitado a apenas custos. O bom testador precisa conhecer o software como ninguém e ter alguém demonstrando esse conhecimento e assegurando maior qualidade no produto final é algo que acrescenta valor.

4. Desenvolvedores e testadores não são amigos


Se desenvolvedores e testes não trabalharem em parceria, o projeto sairá prejudicado. Como já foi dito, o testadores não têm o objetivo de criticar uma aplicação, mas sim de apresentar a sua realidade e, com isso, contribuir para a qualidade do produto. Eles, por sua vez, farão uso de todas as informações fornecidas pelos desenvolvedores para que surjam ideias no momento dos testes. Se todos tiverem o mesmo propósito de garantir qualidade ao software, a chance de sucesso será infinitamente maior.

segunda-feira, 16 de março de 2015

Viciados em música, já agradeceram pela existência dos softwares hoje?


Quanto tempo do seu dia você gasta ganha ouvindo suas bandas e artistas favoritos? Se você é um viciado em musica assumido, com certeza muito tempo. Todo mundo, em algum momento da sua existência, tem uma queda por música, de Axé a Rock, Dorival Caymmi a Justin Timberlake, não importa! 

Por isso, antes de mais nada,  obrigado mentores e criadores de programas que dão trilha sonora aos nosso dias. Desde o mais antigo, como o Napster, primeiro grande compartilhador de músicas digitais por P2P, aos mais atuais como Spotify, SuperPlayer, Deezer, 8track, Itunes e as centenas de aplicativos que nos permitem baixar musicas. 

Então, hoje, nesta quase sexta, que insistimos chamar de quinta, resolvemos agradecer aqueles intelectuais dos Softwares (onde quer que eles estejam) que tornaram possível alimentar o vício em música e consumir religiosamente melodias e letras de forma rápida, sem estresse de fila para comprar Cds ou esperar chegar na loja, ou para aliviar o dia tenso do trabalho, ou naquele clássico churrasco com os amigos, ou ainda nos momentos bad da vida. 

Em nome de todos os dependentes de música, MUITO OBRIGADO aos envolvido nessa tecnologia que por meio de N códigos de programação deram som ao mundo digital. 

Obrigado a Geração Shawn Fanning!

 Shawn Fanning é um programador e empresário estadunidense. Foi criador do Napster, o primeiro programa de compartilhamento de música MP3 da Internet. Shawn foi descrito como o homem chave que mudou a indústria musical para sempre. No final de 2000, Shawn apontado como um dos jovens mais promissores do novo século. 

Shawn na capa da revista Time

Ah! E sem pirataria....

“O Spotify é a resposta à pirataria: migrando milhões de fãs de música que usam a pirataria para uma plataforma legítima em que o consumo de música pode ser monetizado e em que os artistas que dedicam suas vidas para criar música podem finalmente ser pagos”. – Sean Parker, Co-fundador do Napster.