1. Teste de software não exige muito intelectualmente
Se você apenas repete ações predefinidas, teste realmente
pode não exigir muito do testador nesse aspecto. Mas é importante pensar em
testes como uma forma de explorar, coletar informações e encontrar respostas a
coisas que ainda não foram questionadas. E para alcançar esse nível de
detalhamento é preciso pensar, observar, analisar e usar tudo o que o seu
intelecto tem a oferecer.
2. Testadores apenas
reclamam
Testadores apenas veem o lado negativo e reclamam de tudo a
respeito do software? Não é necessariamente verdade. Se têm pensamento positivo
ou negativo com relação à aplicação que estão testando, não importa. A questão
é que são sim os melhores pensadores. São os que mais refletem a respeito do
que lhes é proposto. E eles não reclamam, eles apresentam a realidade. Com
direito a evidências de tudo que encontram.
3. Teste não atribui
valor
Impedir que um sistema perca valor ao chegar às mãos do
usuário com falhas cruciais ao seu funcionamento não é um trabalho limitado a
apenas custos. O bom testador precisa conhecer o software como ninguém e ter
alguém demonstrando esse conhecimento e assegurando maior qualidade no produto
final é algo que acrescenta valor.
4. Desenvolvedores e
testadores não são amigos
Se desenvolvedores e testes não trabalharem em parceria, o
projeto sairá prejudicado. Como já foi dito, o testadores não têm o objetivo de
criticar uma aplicação, mas sim de apresentar a sua realidade e, com isso,
contribuir para a qualidade do produto. Eles, por sua vez, farão uso de todas
as informações fornecidas pelos desenvolvedores para que surjam ideias no
momento dos testes. Se todos tiverem o mesmo propósito de garantir qualidade ao
software, a chance de sucesso será infinitamente maior.


